28/02/11

Sete vidas

«Temos de dar tudo por tudo na Luz. Temos de ir para o jogo como se fosse o último das nossas vidas» - João Pereira

Pobre diabo, tão novinho e já vai fazer o ultimo jogo da vida dele...
Quarta feira é sem dó nem piedade, esta gentinha vai ter o que merece.
Pensei que nos últimos jogos já estavam com este pensamento ("...o jogo das nossas vidas"), começo a ficar convencido que o simbolo do sporting é um gato, estes sim tem sete vidas...quantas é que ainda restam? Miauuuuuuuu

O mais importante é a forma como te vês...

Benfica, 107 anos de Paixão


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27/02/11

E o vencedor é...

Benfica 2 Marítimo 1

RAÇA, QUERER E AMBIÇÃO, ASSIM SE FAZ O CAMPEÃO

O Benfica venceu o Marítimo por 2-1, num jogo impróprio para cardíacos, que revelou, mais uma vez, o grande poderio dos “encarnados”. Contra tudo e contra todos, os jogadores de Jorge Jesus demonstravam uma enorme vontade e conquistaram os três pontos de uma forma mais do que justa.
Os campeões nacionais apresentaram um onze sem grandes surpresas, com Jardel a surgir no lugar de Sidnei (castigado) e com Javi García a voltar a ocupar a posição de médio defensivo, depois de ter ficado de fora do jogo europeu frente ao Estugarda.
O encontro começou com um ritmo elevado e com os pupilos de Jorge Jesus a assumirem as despesas do jogo, com várias oportunidades de golo nos primeiros 20 minutos. O primeiro lance de perigo surgiu logo aos dois minutos, com Saviola a tentar surpreender Marcelo, que colocou de forma defeituosa a bola em jogo. O gesto técnico acabou por sair por cima.
Aos seis minutos, o argentino voltou a ter uma boa ocasião, com Salvio a trabalhar bem na direita, a centrar para o centro da área para Cardozo, que assistiu Saviola na perfeição, mas que só não teve sucesso devido a um corte “in extremis” de um defensor insular. Na sequência do pontapé de canto, Óscar Cardozo apareceu solto ao segundo poste e viu o seu cabeceamento ser desviado por um adversário. 
O Marítimo esteve recolhido à defesa nos minutos iniciais e só conseguiu chegar à baliza de Roberto aos dez minutos, com o avançado, Baba, a rematar rasteiro à figura do espanhol. A pressão do Benfica era grande, mas a estratégia montada por Pedro Martins obrigava os “encarnados” a terem bastante atenção às saídas rápidas dos visitantes.
Os cantos continuavam a causar o pânico na área do Marítimo e aos 21 minutos, Luisão saltou mais alto que toda a defesa e rematou de cabeça com muita violência, para defesa por instinto de Marcelo. Volvidos dez minutos, houve um lance duvidoso na grande área dos insulares. Maxi trabalhou bem na direita e quando centrou a meia altura, Roberge cortou a bola com o braço. O árbitro Vasco Santos não descortinou nenhuma irregularidade.
A última ocasião de golo do primeiro tempo voltou a pertencer à equipa campeã nacional. Fábio Coentrão apostou na velocidade, “puxou” dois defesas e assistiu na perfeição Gaitán de calcanhar, que entrou na área e rematou com o pé direito, levando a bola a embater, caprichosamente, no poste da baliza defendida por Marcelo.
No recolher aos balneários, o nulo podia ser considerado injusto, tais foram as oportunidades criadas pelo Benfica. A estratégia do Marítimo era clara e ia obrigar os “encarnados” a pressionarem bastante na etapa complementar, de forma a conquistarem os desejados três pontos.
Entrada fulgurante
O Benfica entrou com tudo no segundo tempo, com Aimar a bater um livre na zona frontal, para defesa apertada de Marcelo. A pressão ia aumentando e o Marítimo ia descendo cada vez mais as suas linhas, colocando, definitivamente, o autocarro no relvado do Estádio da Luz. No espaço de dois minutos, os cerca de 55 mil espectadores não viram as redes da baliza do Marítimo abanar, por mera infelicidade de Salvio e Cardozo. Primeiro com Gaitán a centrar para o segundo poste, onde se encontrava Salvio, que rematou para defesa de alto nível de Marcelo e de seguida, na ressaca do lance, com Cardozo a atirar à barra.
Aos 57 minutos, Vasco Santos amarelou Aimar, por suposta simulação, e de seguida, perdoou o segundo cartão a Rafael Miranda que rasteirou Salvio. Critérios estranhos, por parte da equipa de arbitragem nomeada para esta 21.ª jornada da Liga portuguesa.
Quando jogam contra o Benfica, já são normais as grandes exibições dos guarda-redes e Marcelo não fugiu à regra. Com o relógio a indicar os 64 minutos, Cardozo bateu um livre descaído para o lado direito e, mais uma vez, Marcelo demonstrou bons reflexos, ao efectuar uma defesa difícil para a linha de fundo.
O sector ofensivo não desistiu e continuou a produzir bons lances de futebol. Aos 74 minutos, na sequência de um lançamento lateral longo de Maxi Pereira, Saviola desmarcou-se no segundo poste e atirou forte, com o esférico a embater nas malhas laterais da baliza do Marítimo. Poucos minutos depois deste remate e contra todas as expectativas, o Marítimo chegou ao golo. Canto do lado direito e Djalma a cabecear com êxito, para um golo totalmente injusto.
Os campeões nacionais nunca desistiram e chegaram ao empate a dez minutos do apito final. Fábio Coentrão arrancou na esquerda e centrou rasteiro para o segundo poste, com Salvio a finalizar de um ângulo apertado. A vitória era possível! O massacre “encarnado” instalou-se e Kardec (que entrou para o lugar de Gaitán) cabeceou com selo de golo, mas Marcelo, outra vez, efectuou uma defesa completamente impossível, com a bola a bater ainda na barra. A injustiça pairava no ar...
O árbitro Vasco Santos voltou a estar em destaque em cima do minuto noventa, ao anular um golo a Luisão, por suposta falta de Cardozo sobre Marcelo. Acreditava-se que a justiça ia aparecer. Em cima do minuto 94 e depois de muita insistência, Fábio Coentrão recebeu a bola na área e num grito de revolta, chutou com o seu pé direito para um golo que levou o Estádio da Luz ao rubro.
Mais importante que este golo há que realçar a atitude de todo o grupo, que juntamente com os 55 mil adeptos do Benfica nunca deixaram de acreditar na justiça do futebol. Este triunfo nasce do querer e da vontade do Sport Lisboa e Benfica. Na próxima jornada segue-se a visita ao reduto do Sporting de Braga.
O treinador do Benfica, Jorge Jesus, elegeu o seguinte onze: Roberto, Maxi Pereira, Luisão, Jardel, Fábio Coentrão, Javi García (Carlos Martins 85’), Gaitán (Kardec 72’), Salvio, Aimar (Franco Jara 68’), Saviola e Cardozo.
Site Benfica

26/02/11

Eusébio vai ter estátua gigante

Numa manhã de maio do ano passado, Armando Ferreira acordou com vontade de realizar um sonho antigo. O escultor começou de imediato a estudar para um dos projetos mais arrojados da sua carreira: homenagear Eusébio da Silva Ferreira.
Alguns meses e esboços depois, apareceu uma maquete em gesso, que demonstra a grandiosidade do conjunto que será de bronze. Eusébio terá 8 a 9 metros de altura, na sua famosa pose de remate, com uma pantera negra a correr ao seu lado, e tudo isto assente numa base circular com 20 metros de diâmetro, que representa a sua fama pelos vários cantos do mundo.
Quem visita o artista em Alpiarça, sejam amigos ou instituições interessadas em apoiar o projeto, não passa indiferente a uma obra que já não está apenas na cabeça do homem que esculpiu José Saramago a ler num banco de jardim, onde o Prémio Nobel convida quem quiser a sentar-se a seu lado na terra onde nasceu, a Azinhaga.
O mestre Armando Ferreira, de 59 anos, é pouco dado a entrevistas ou a fotografias, e gosta de refugiar-se no sujo do gesso do seu atelier, na pacata vila ribatejana onde nasceu. E mesmo tendo transformado Alpiarça na capital da escultura, com várias obras suas espalhadas por todo o lado, não deixa de se manter escondido na sua concha, como gosta de dizer.
Sobre Eusébio, diz ser “uma figura incontornável do país, que precisa de ser homenageado de forma condigna”, e explica: “Se o Marquês do Pombal, que agradou a meia dúzia de pessoas, pode ter uma estátua de 8 metros na principal rotunda de Lisboa, porque é que Eusébio, que fez felizes milhares de famílias portuguesas e agradou a milhões de pessoas por todo o mundo, não pode ter idêntico destaque? Acho que é a da mais elementar justiça que o país o homenageie, ainda por cima quando se comemoram os 50 anos da sua chegada a Portugal”.
Para que uma obra desta grandeza possa avançar, Armando Ferreira precisa de apoios. Tem várias instituições que já lhe garantiram apoio, mas gostava de sentir uma vontade expressa do país, seja ao mais alto nível, seja por intermédio da Câmara Municipal de Lisboa ou por parte do Benfica. E o clube da Luz até já se mostrou naturalmente interessado: “A Câmara de Lisboa e o Eusébio ainda não viram, mas o Benfica já tem conhecimento do projeto e dois dos seus representantes mostraram interesse, mas ainda espero uma resposta do clube, que deveria ser breve. Faz todo o sentido que o clube de sempre do Eusébio esteja de braço dado com isto”. O escultor gostaria de ter o trabalho pronto até ao final do ano e a sua elaboração não lhe levará menos de 8 meses.
Como todos os artistas da sua área, até já tem uma ideia de onde poderia o conjunto ficar instalado: “Ligo esta homenagem a um espaço que diga respeito a tudo e todos. O ideal seria numa daquelas grandes rotundas que ficam próximas do Estádio da Luz, mas também no Parque das Nações ou num outro qualquer espaço digno”.
Além disso, seria cumprir um objetivo de longa data. “O Eusébio e a guerra de África, um pela positiva e a outra pela negativa, foram das coisas mais marcantes da minha vida. Na vida temos momentos para tudo, e achei que agora seria a altura ideal para realizar este sonho. Ele merece mais do que aquela homenagem que lhe fizeram no Coliseu. Tem de ficar para sempre ligado ao país”, revela.
Record

Sócios são a alma do Benfica


O presidente do Benfica saudou, este sábado, todos os sócios encarnados, lembrando que são «os homens e mulheres que ao longo destes 107 anos souberam construir este clube».

«São os sócios que lideram este clube, foram os sócios que salvaram o Sport Lisboa e Benfica quando ele mais precisou, são os sócios que continuam diariamente a consolidar e a desenvolver este clube», declarou Luís Filipe Vieira, durante a cerimónia de entrega dos galardões aos sócios com mais anos de filiação.
O líder encarnado recordou, ainda, que os sócios são «os principais mensageiros dos valores, da ética e da tradição do Sport Lisboa e Benfica». «Por isso, como podem imaginar, nada me dá mais satisfação do que homenagear aqueles que são a verdadeira essência deste clube: os sócios», acrescentou.
Luís Filipe Vieira sublinhou que o Benfica «é um projecto de pessoas», feito «da ilusão, do trabalho e da vontade de um sem número de homens e mulheres que, tal como vocês, se dedicam a construir o seu dia-a-dia».
O presidente do clube da Luz apelou, por isso, ao apoio de todos para no futuro «construir um Benfica cada vez maior e melhor».
«É por isso que somos o maior clube do mundo. E é com esse pensamento que vamos continuar a invocar e a crescer, mas tudo isto só será possível se tivermos o vosso apoio, e o testemunho da vossa história como aval de tudo quanto queremos construir para o futuro», exultou.
Vieira terminou o seu discurso com o mais esperado «viva o Benfica!».

Mais de mil sócios do Benfica recebem, este sábado, das mãos de Luís Filipe Vieira os galardões pelo maior número de anos de filiação ao clube. Durante a cerimónia, Mário Coluna foi homenageado, tendo recebido a Águia de Ouro, a mais alta distinção do clube.

A distinção a Mário Coluna havia já sido decidida numa deliberação da Assembleia Geral do clube, em Junho de 2010. A homenagem valeu-lhe uma grande salva de palmas. «Já muitos falaram sobre o Benfica e eu só queria acrescentar mais umas palavrinhas conhecidas por todos: Viva o Benfica», disse o antigo jogador do Benfica.
No decorrer da cerimónia, cantou-se ainda os parabéns ao vice-presidente para a área do património do Benfica, Alcino António.
Luís Filipe Vieira procede agora à entrega dos galardões aos sócios com mais anos de filiação: 16 sócios recebem o anel de platina, pelos seus 75 anos de filiação; 316 o emblema de ouro (50 anos); e 805 sócios recebem o emblema de prata (25 anos).

25/02/11

Grandes em tudo

O central e vice-capitão encarnado, Luisão, enviou esta sexta-feira, "em nome toda de toda a equipa", um fax à direção do Estugarda para saber o estado de saúde do guarda-redes Marc Ziegler e desejar-lhe "o mais rápido restabelecimento".
"O grupo de trabalho encarnado deseja o rápido restabelecimento ao guardião da formação alemã, que saiu lesionado no decorrer da segunda parte do jogo da segunda mão dos 16 avos de final da Liga Europa", lê-se numa peça disponível no site oficial benfiquista.
Marc Ziegler sofreu uma concussão sem danos ao nível cervical, revelou a TAC efetuada ao guarda-redes do Estugarda, que saiu lesionado na segunda parte do encontro em que a equipa alemã foi derrotada (2-0) pelo Benfica, em jogo dos 16 avos-de-final da Liga Europa.
Ziegler teve que abandonar o relvado aos 52 minutos - entrando para o seu lugar Ulreich -, depois de embater de forma violenta com a cabeça, primeiro no joelho do argentino Gaitán e depois com o seu colega Delpierre.
O guardião do Estugarda ficou de imediato inanimado no relvado e recuperou os sentidos já com a intervenção do corpo médico do clube alemão e dos responsáveis clínicos do Benfica.
Os exames realizados no hospital revelaram que o guarda-redes sofreu uma concussão na cabeça, "sem danos ao nível cervical", embora ainda "não seja previsível o seu tempo de recuperação".
FORÇA ZIEGLER

24/02/11

Ninguém pára o Benfica


A equipa de futebol do Benfica superou o seu recorde histórico de vitórias consecutivas em jogos oficiais numa temporada, ao conseguir a 16.ª em Estugarda, na Alemanha, onde nunca ganhara em 19 deslocações.
Após o desaire caseiro com o Schalke 04 (1-2, a 07 de dezembro), o "onze" de Jorge Jesus colecionou 16 triunfos, superando o seu máximo de sempre, que datava das longínquas épocas de 1972/73 e 1981/82, sob o comando das lendas Jimmy Hagan e Sven-Goran Eriksson, respetivamente.
"Só uma grande equipa pode conseguir uma marca como esta, só pode ser uma grande equipa. Estamos numa fase muito boa. Vamos ver até onde conseguimos ir, onde nos conseguem parar", disse, no final do encontro, Jorge Jesus.
O trajeto 100 por cento vitorioso começou a 12 de dezembro de 2010, com um triunfo por 2-0 sobre o Sporting de Braga, para a quarta eliminatória da Taça de Portugal, e inclui 14 vitórias nos 14 jogos de 2011.
O registo vale por si só, mas sai ainda mais enriquecido porque inclui triunfos nos redutos dos dois eternos rivais e uma inédita vitória na Alemanha, com a curiosidade de os três terem sido conseguidos pelo mesmo resultado: 2-0.
A 2 de fevereiro, no Dragão, Fábio Coentrão, que viria a ser expulso no início da segunda parte, e o espanhol Javi Garcia selaram o triunfo e, segunda-feira, em Alvalade, onde jogou toda a segunda parte com 10 (expulsão de Sidnei), faturaram os reforços argentinos Gaitan e Salvio.
Quinta-feira, em Estugarda, Salvio voltou a marcar e o paraguaio Óscar Cardozo apontou, de livre direto, o outro tento dos encarnados.
Antes, em 1972/73, quando conquistou o título sem derrotas (28 vitórias e dois empates), o Benfica, comandado pelo britânico Jimmy Hagan, logrou 15 vitórias seguidas entre 12 de novembro de 1972 e 18 de março de 1973.
Foram 14 vitórias para o campeonato e uma para a Taça de Portugal, a última (4-2 no Restelo), já que, no jogo seguinte, a 1 de abril, o Benfica foi "empatado" nas Antas aos 86 minutos (marcou Flávio), no que foram os primeiros pontos perdidos no Nacional, à 24.ª jornada.
Quase uma década depois, em 1982/83, chegou à Luz um jovem treinador, de nome Sven-Goran Erikson, e o seu impacto foi imediato: 15 vitórias nos primeiros 15 jogos oficiais, no que acabou por ser a melhor série do sueco.
Este registo foi conseguido com 10 encontros do campeonato, um da Taça de Portugal e quatro da Taça UEFA, prova em que as águias viriam a falhar o recorde de 16 triunfos, ao empatarem 1-1 em Zurique, na primeira mão da terceira eliminatória - viria a golear por 4-0 na Luz.
Agora, quase 40 anos após o feito de Hagan e 30 do de Erikson, Jesus fez ainda melhor: soma já 16 vitórias seguidas, entre Liga portuguesa (sete), Taça de Portugal (quatro), Taça da Liga (três) e Liga Europa (duas).
Record

Estugarda 0 Benfica 2

Eu Show Benfica

O Sport Lisboa e Benfica venceu o Estugarda, por 0-2 e carimbou a passagem aos oitavos-de-final da Liga Europa, onde vai encontrar o Paris Saint-Germain. Com uma excelente exibição e com golos mágicos, os campeões nacionais quebraram o enguiço e triunfaram pela primeira vez em solo germânico. Seguem-se os franceses, com os quartos-de-final no horizonte.
O início de jogo em Estugarda ficou marcado pela atitude inteligente demonstrada pela equipa de Jorge Jesus, que se preocupou, maioritariamente, em não deixar os alemães trocarem a bola. A formação “encarnada” funcionou como um bloco e foi “apagando” a tentativa de entrada fugaz, por parte dos comandados de Bruno Labbadia.
O Estugarda tentava comandar as operações, mas o primeiro lance de perigo surgiu por parte de Gaitán, que demonstrou toda a sua classe, depois de ter sido desmarcado por Aimar. O camisola 20 apercebeu-se do adiantamento de Ziegler e fez um chapéu praticamente perfeito, que só não se traduziu em golo, devido a uma grande defesa do experiente guardião. A resposta da equipa da casa foi tímida, chegando através de um remate rasteiro do japonês, Okazaki, que encontrou uma barreira muito sólida nas mãos de Roberto.
Volvidos três minutos, Aimar voltou a brilhar ao desmarcar e a isolar Fábio Coentrão, que foi enganado pela mancha de Ziegler. O domínio do Benfica era claro, mas pelo meio, ainda houve tempo para Roberto voltar a mostrar serviço, a remate de Harnik no flanco direito, com defesa por instinto para canto.
À passagem da meia hora, a Alemanha ficou a conhecer a magia argentina do plantel do Benfica. Aimar bateu um pontapé de canto na esquerda, a defensiva germânica afastou o esférico para fora da área, onde estava Salvio, que rematou sem preparação, para um golo espectacular no Mercedes Benz Arena. O mais difícil estava feito!
O intervalo chegou com os “encarnados” na frente, reforçando assim, a vantagem que já levavam da primeira-mão do Estádio da Luz (2-1). Valia o grande golo de Eduardo Salvio, num belo encontro na região de Vestefália.

Carimbar o apuramento
A etapa complementar trouxe um Benfica muito forte e decidido a resolver rapidamente a eliminatória. Aimar e Gaitán trabalharam bem no flanco esquerdo, com Aimar a servir Jara dentro da área, que rematou para defesa de Ziegler. No minuto seguinte, azar para os campeões nacionais e para o guarda-redes de Bruno Labbadia. Nico Gaitán rematou à entrada da área e depois de uma defesa incompleta, o argentino acabou por chocar com Ziegler, numa tentativa de recarga. O experiente alemão acabou ser substituído por Ulreich.
O segundo golo continuava a pairar nos céus de Estugarda e só não surgiu aos 60 minutos, porque Luisão não conseguiu rematar com êxito, na sequência de um livre executado por Pablo Aimar. O sector ofensivo dos “encarnados” instalou-se definitivamente no meio-campo germânico e aos 70 minutos criou mais um grande lance de futebol. Franco Jara arrancou na direita e descobriu Cardozo na zona da grande penalidade, que rematou com violência para boa defesa de Ulreich.
O único jogador do Estugarda que continuava a lutar contra a maré era o japonês Okazaki, que obrigou Roberto a mais uma excelente intervenção aos 74 minutos, depois de um cabeceamento bastante perigoso do asiático.
A desejada confirmação da presença dos “encarnados” nos oitavos-de-final da Liga Europa chegou ao minuto 77, com mais um livre de Óscar Cardozo. O paraguaio concentrou-se, olhou para as redes que estavam a sensivelmente 25 metros e bateu com categoria, não dando hipóteses a Ulreich. Remate perfeito do número 7!
Já perto do apito final e já com o passaporte carimbado, Carlos Martins quase elevou a contabilidade em Estugarda, com um bom remate de primeira, para defesa de Ulreich. De lamentar a falta de fair-play dos alemães, que ao perceberem a derrota começaram com uma atitude menos bonita, como foi o caso de Kuzmanovic, que agrediu violentamente Carlos Martins recebendo ordem de expulsão. Para a história ficou a exibição praticamente perfeita do Benfica.
O Sport Lisboa e Benfica apresentou o seguinte onze: Roberto, Maxi Pereira, Luisão, Sidnei, Fábio Coentrão, Airton, Aimar (Carlos Martins 73’), Gaitán, Salvio, Jara (Kardec 92’) e Cardozo (Felipe Menezes 88’).
Site Benfica







22/02/11

A realidade de um clube

Sporting 0 Benfica 2

Pura classe

A equipa de Jorge Jesus foi esta segunda-feira vencer (0-2) ao campo do Sporting, impondo toda a sua qualidade de jogo. Com 11 ou 10 jogadores em campo, o Sport Lisboa e Benfica provou que está cada vez mais forte e, por isso, o triunfo no dérbi acaba por ter um duplo sabor. É que, além dos três pontos, os “encarnados” superaram as adversidades do costume.
O regresso de Saviola foi a principal novidade de Jorge Jesus para o dérbi. Depois de ter falhado o jogo da Liga Europa com o Estugarda devido a castigo, o avançado argentino voltou a fazer dupla com Cardozo.
Sabendo da importância dos primeiros minutos para o desenrolar da partida, o Benfica entrou determinado em impor a sua qualidade de jogo, tal como o técnico Jorge Jesus tinha anunciado na conferência de imprensa de antevisão.
Com a dinâmica de ataque lhe é reconhecida, a equipa “encarnada” começou desde cedo a criar problemas ao sector mais recuado do rival. Gaitán, aos dois minutos, deu o primeiro sinal de perigoso. E foi dos pés do número 20 que nasceu o golo do Benfica na primeira parte. O argentino cruzou do lado esquerdo, Pedro Mendes, do Sporting, desviou o esférico e Salvio aproveitou para facturar (15’).
O Benfica continuou a controlar o desenrolar dos acontecimentos, no entanto, sem conseguir concluir as jogadas criadas com êxito.
Com o adversário a não conseguir incomodar a baliza de Roberto, o árbitro Artur Soares Dias começou a assumir protagonismo e dificultar a tarefa das “águias”. E, mais uma vez, o Benfica saiu prejudicado. É que Sidnei foi admoestado com um cartão amarelo inexplicável aos 40 minutos, o mesmo acontecendo aos 45. No segundo lance, o central brasileiro cortou primeiro a bola e só depois tocou em Yannick Djaló, situação que o juiz decidiu admoestar com segundo cartão amarelo e mostrar, assim, o cartão vermelho. É assim que vai a arbitragem portuguesa!
Com a expulsão injusta de Sidnei, Jorge Jesus foi obrigado a mexer na equipa, fazendo entrar o central Jardel para o lugar do avançado Saviola. Apesar desse revés, o Benfica continuou a ser de longe a melhor equipa no relvado e ter, assim, as jogadas de maior perigo.

Gaitán sentencia
O segundo golo acabou, no entanto, por surgir na sequência de um lance de bola parada. Após um livre de Carlos Martins, a bola sobrou para Javi García que serviu Maxi Pereira para um cruzamento no coração da área, onde apareceu Gaitán a rematar para a baliza de Rui Patrício. A bola sofreu ainda um desvio de Polga antes de entrar e confirmar, assim, o 0-2 (62’).
Apesar da vantagem de dois golos, os jogadores “encarnados” continuaram a passear a sua classe. O corte de Fábio Coentrão, aos 70 minutos, é um exemplo disso mesmo, tendo dado início a mais uma jogada muito perigosa da equipa. O número 18 prosseguiu com a bola, combinou com Gaitán e este colocou em Cardozo, que fez um chapéu muito perigoso a Rui Patrício.
A equipa de Jorge Jesus não ficou por aqui e voltou a ameaçar aos 81 minutos, altura em que Jara entrou na área e rematou para defesa do guarda-redes da casa.
Palavras para quê? O Benfica deu, mais uma vez, mostras do seu espírito de grupo, contrariando todas as adversidades criadas pelo árbitro Artur Soares Dias. Este elemento não esteve à altura do dérbi e exemplo disso é o facto de o jogador Maniche ter entrado aos 72 minutos e não ter visto nenhum cartão amarelo, após ter tido duas entradas perigosas sobre jogadores do Benfica. As imagens estão disponíveis para quem quiser comparar os lances de forma isenta.
Independentemente de tudo isso, o Benfica somou os três pontos e está agora a oito do primeiro classificado.
O Benfica apresentou a seguinte equipa: Roberto; Maxi Pereira, Luisão, Sidnei e Fábio Coentrão; Javi García, Carlos Martins (Airton, 65’) Gaitán e Salvio; Cardozo (Jara, 72’) e Saviola (Jardel, 45’).
Site Benfica


 
 

 










20/02/11

Obrigado Mantorras!

Luís Filipe Vieira dirigiu este sábado palavras sentidas a Pedro Mantorras, num momento em que o jogador «decidiu que chegou o tempo de parar de lutar contra o sofrimento». «Merecia e podia ter sido uma referência do futebol mundial», disse o presidente do Benfica, prometendo uma «despedida formal» ao angolano.
«Permitam-me, por razões que, hoje, são conhecidas, que dedique uma palavra especial a um dos símbolos mais recentes do Benfica, mas que já ganhou o direito a ficar na sua história: Pedro Mantorras», disse Luís Filipe Vieira, que inaugurou a nova imagem das Casas do clube da Charneca de Caparica e Seixal.
«O Pedro é um exemplo de entrega, de sacrifício, de superação. É um exemplo de optimismo e de persistência. Alguém que nunca deixou de lutar, que sempre superou as dificuldades porque passou. Acompanhei a sua luta, sei da sua capacidade de resistir, de nunca deixar de acreditar. Foi por isso que, apesar de tudo, se conseguiu manter no futebol», elogiou.
«Este é, porém, o momento em que o Pedro decidiu que chegou o tempo de parar de lutar contra o sofrimento, contra as dores e contra as limitações físicas que o impediram de ser o que ele merecia e podia ter sido: uma referência mundial do futebol. Como sabem tenho uma ligação muito forte ao Pedro, sei o que ele viveu e tudo o que deu ao Benfica. Chegou agora o tempo de retribuir, de dizer a todos os benfiquistas e a todos os angolanos que devem ter muito orgulho na pessoa, no carácter e no profissionalismo do Pedro», destacou o presidente dos encarnados.
Para Luís Filipe Vieira, Mantorras «nunca deixará o Benfica». «Ele faz parte desta casa, da nossa história e encarna os valores que fazem do Benfica o clube que todos conhecemos. No tempo certo, vamos promover a despedida formal, com a dignidade e o carinho que o Pedro merece», anunciou.

19/02/11

João Gobern - Crónica

Só mais dois
Pode uma equipa praticar o futebol que o Benfica mostrou no passado domingo, frente ao Vitória de Guimarães, com a velocidade ao serviço da técnica e com esta a abrir portas à inspiração, com um massacre real infligido e continuado a uma das boas formações da Liga nacional, e não chegar a ser campeão? Pode. O “quanto baste” portista em Braga vem reafirmar a ideia de que será preciso um cataclismo para que o FC Porto deixe escapar o título. Pensou-se que seria depois da primeira derrota – ela chegou com o Nacional e os rapazes de Villas-Boas voltaram aos triunfos. Segundo momento de expectativa, depois do desaire com o Benfica – regressaram aos triunfos. Braga era um momento-chave, pelo calendário que fica a faltar, pelo abalo psicológico que a perda de pontos poderia significar, pela forma distinta como as duas equipas vêm jogando as partidas mais recentes.
Mas o FC Porto, mesmo sem o brilho que se esfumou e sem poder gabar-se de uma indiscutível superioridade (a não ser nos pontos e não vale a pena repisar a ideia de que alguns deles tiveram, como se diz agora nas televisões, “ajudas à produção”), venceu com naturalidade uma partida em que o Braga voltou a andar para trás no seu desejo de se fixar como o “quarto grande”.
A cada semana, a coisa vai-se resolvendo. Sem deslizes, correrá a favor dos que mantiveram a regularidade pontual (não a de exibições), compreendendo que também é disso que se faz um campeão. Pode é não empolgar tanto como outros, como parece acontecer por agora.
O mais curioso é que, do lado do Benfica, se ninguém parece disponível para atirar a toalha ao chão no que toca à Liga interna, já se começou a sonhar com a hipótese que os caminhos internacionais podem proporcionar: mais dois confrontos com o FC Porto para a Liga Europa. De preferência na final, se as vias do sorteio o permitirem. Mas antes, se preciso. Esse é um desejo que cresce e que, pelo menos parcialmente, vem dar a razão a Luís Filipe Vieira e a Jorge Jesus – é que a vitória, categórica e esmagadora, no campeonato 2009/2010 (em que o FC Porto até foi terceiro…) pode não ter significado de imediato o fim de um ciclo e a abertura de outro. Mas trouxe uma mudança decisiva: o Benfica já não se esconde do rival do Norte, já não se encolhe como aconteceu durante anos que os seus adeptos terão como de má memória. Pelo contrário: até pelas declarações bipolares de Villas-Boas, percebe-se bem quem é que sonha acordado com quem. E sempre ao nível do pesadelo.

NOTA – Espero que o litígio entre o FC Porto e Carlos Pereira, presidente do Marítimo, permita investigar e descobrir o que houver para conhecer, que vá até ao fim e que não acabe em acordo nem em empréstimos de jogadores...
Record

17/02/11

Benfica 2 Estugarda 1

Maxi Benfica na 2ª parte

Tal como tinha revelado na conferência de imprensa de antevisão ao encontro com o Estugarda, o treinador Jorge Jesus apostou em Franco Jara para fazer dupla com Cardozo.
Os primeiros minutos foram relativamente equilibrados e o Estugarda conseguiu mesmo surpreender numa jogada rápida de ataque, onde Harnik concluiu com um chapéu ao guarda-redes Roberto.
O Benfica reagiu e Javi García tentou a sorte num cabeceamento aos 27 minutos, isto depois de Aimar ter caído um pouco tempo antes no interior da área do Estugarda (25’), situação que o árbitro não considerou falta. A história voltou a acontecer aos 42 minutos, altura em que Fábio Coentrão foi claramente derrubado na área dos visitantes, no entanto, o árbitro Eric Braamhaar fez “vista grossa” ao lance e mostrou, inclusivamente, o cartão amarelo ao jogador “encarnado”.
A primeira parte foi também marcada por várias paragens de jogo, contudo, o árbitro deu apenas um minuto de desconto.
Após o intervalo, o Benfica deu início a uma autêntica avalanche ofensiva. Exemplo disso foram as oportunidades que tiveram Fábio Coentrão (51’), Aimar (57’ e 60’) e Gaitán (60’), todas elas travadas pelo guarda-redes do Estugarda.

Cardozo e Jara, rostos da reviravolta
O mais que merecido golo do Benfica acabou mesmo por surgir. Após um cruzamento de Gaitán do lado direito, o paraguaio Cardozo disparou com êxito para o fundo das redes contrárias (69’).
Os pupilos de Jorge Jesus encostaram o adversário completamente “às cordas” e o segundo golo apareceu num remate espectacular de Franco Jara. A bola bateu na trave e transpôs totalmente a linha de golo, sendo que Cardozo surgiu a confirmar a reviravolta “encarnada” (81’).
O Estugarda só apareceu no jogo aos 85 minutos, altura em que um livre cobrado por Élson bateu no poste da baliza de Roberto. A resposta dos “encarnados aconteceu no minuto seguinte através de um cabeceamento muito perigoso de Kardec.
A vitória do Benfica é incontestável e só peca pelos números, já que foram muitas as oportunidades ao longo do desafio. É preciso também não esquecer a actuação do árbitro que teve uma dualidade de critérios gritante.
Referir que o desafio da 2.ª mão está agendado para o dia 24 de Fevereiro, na Alemanha.
O Benfica apresentou a seguinte equipa: Roberto; Maxi Pereira, Luisão, Sidnei e Fábio Coentrão; Javi García, Aimar (Carlos Martins, 74’), Salvio (Kardec, 74’) e Gaitán; Cardozo e Jara (Felipe Menezes, 86’).
Site Benfica




14/02/11

Má gestão de JJ


No jogo de ontem com o Guimarães, estranhei que JJ não tivesse dado instruções a Luisão, Coentrão e Salvio para que estes provocassem um amarelo, ficando assim de fora no próximo jogo (sporting), limpando assim o castigo no jogo com uma equipa (?) mediana...é que a seguir vem ai o poderoso Maritimo!
Não resisti...

13/02/11

Benfica 3 Guimarães 0

Recital de bom futebol

A equipa de Jorge Jesus somou este domingo a 16.ª vitória consecutiva em provas nacionais, ao bater o Vitória de Guimarães por 3-0. Com quase cerca de 55 mil espectadores no Estádio da Luz e no dia em que Luisão celebrou 30 anos de vida, os jogadores do Benfica deram mais um grande espectáculo de futebol.
Mais um jogo, mais uma actuação imperial por parte dos comandados de Jorge Jesus. Perante um adversário que lhe roubou pontos no desafio da primeira volta, ainda que seja preciso salientar que isso foi conseguido com a ajuda da equipa de arbitragem da altura, o Benfica entrou em campo ciente do perigo que o Vitória de Guimarães podia causar nas transições rápidas para o ataque.
O Benfica, no entanto, não deixou os seus créditos por mãos alheias e não deu, assim, grandes veleidades aos homens de Manuel Machado durante o primeiro tempo.
Como tem sido apanágio nos últimos tempos, as primeiras jogadas de perigo pertenceram aos pupilos de Jorge Jesus. O aniversariante Luisão ameaçou com um cabeceamento aos 14 minutos.
E foi, de cabeça, que a formação da Luz inaugurou o marcador. Após um pontapé de canto de Pablo Aimar, o central Sidnei surgiu a cabecear com êxito. Estavam decorridos 23 minutos.
O golo do brasileiro deu o mote para uma série de oportunidades de perigo junto da área vimaranense. No minuto 28, o Benfica beneficiou de um livre e o paraguaio Cardozo, ao contrário do que é habitual, não rematou directamente, optando pela jogada estudada, o que permitiu a desmarcação perigosa de Salvio.
O argentino entrou na área e rematou cruzado, mas o poste travou o segundo tento. Seguiu-se logo a seguir um remate de Saviola, no entanto, este foi defendido pelo guarda-redes Nilson.
O guardião visitante e os ferros da sua baliza voltaram a ser determinantes para evitar o golo do Benfica. Maxi Pereira, aos 40 minutos, entrou em velocidade na área e disparou para defesa de Nilson, sendo que a bola sobrou depois para Gaitán que acertou na trave.
O domínio avassalador dos “encarnados” [79% de posse de bola] merecia claramente mais golos, mas a verdade é que o resultado ao intervalo marcava apenas 1-0.
Mais uma segunda parte de alto nível
Sabendo que a margem mínima é um resultado perigoso, o Benfica entrou “a todo o gás” no segundo tempo e isso resultou na obtenção do tão merecido segundo tento. Sidnei fez uma excelente abertura para Aimar e este entrou na área, batendo sem hipóteses o guarda-redes Nilson (48 minutos).
A equipa de Jorge Jesus voltou a marcar aos 63 minutos, mas o árbitro João Ferreira decidiu anular o remate de Cardozo após a indicação do seu auxiliar.
O Benfica viu depois o árbitro anular um golo limpo aos 71 minutos. Cardozo desmarcou Saviola e este desfeiteou o guarda-redes contrário, no entanto, o juiz considerou que o argentino dominou a bola com mão, algo que não aconteceu de todo. Uma decisão, simplesmente, inacreditável!
Saviola voltou a estar em evidência aos 75 minutos, já que foi derrubado no interior da área vimaranense. João Ferreira assinalou grande penalidade, contudo, Cardozo não converteu o castigo máximo e o Benfica não ampliou, assim, o marcador (76’).
Mas o 3-0 acabou mesmo por surgir. Carlos Martins, que entrou para o lugar de Aimar no segundo tempo, fez um chapéu espectacular ao guarda-redes Nilson já em período de descontos. Foi, assim, um fecho inesquecível de mais uma vitória do Benfica na presente temporada.
O Benfica alinhou com a seguinte equipa no jogo da 19.ª jornada da Liga portuguesa: Roberto; Maxi Pereira, Luisão (Jardel, 90’), Sidnei e Fábio Coentrão; Javi García, Aimar (Carlos Martins, 70’), Salvio e Gaitán; Cardozo e Saviola (Jara, 80’).
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